segunda-feira , 26 junho 2017

Mais um caso de abigeato em São Chico

Mais um caso de abigeato em São Chico
Polícia

Na noite de sexta-feira, 26, mais uma caso de abigeato foi registrado no município de São Francisco de Assis.
Agora, a fazenda Paraiso, da sucessão de Inajá Pereira, localizada no 1º distrito, Sanga Benta, foi o alvo dos ladrões, que levaram quatro vacas prenhas. Os abigeatários deixaram os fetos junto às vísceras e os restos dos animais abatidos. Conforme a Brigada Militar que atendeu a ocorrência, cerca de 500 quilos de carne para consumo foram levados pelos ladrões. Em menos de 20 dias, chega a nove animais abatidos em duas propriedades no interior de São Chico. Conforme o Delegado André Pastoriza, esse número está dentro da normalidade do município, são crimes praticados por delinquentes que acham no comércio ilegal uma forma de sobreviver. “Estamos fazendo a nossa parte, apesar de todas as dificuldades operacionais que enfrentamos, mas a sociedade também tem que fazer a sua parte, denunciando e não adquirindo carne para consumo sem procedência. Aquele que compra a carne sem procedência, também está praticando o crime”, comentou o delegado.
A Brigada Militar que atua diretamente no combate ao abigeato, também enfrenta uma série de dificuldades para realizar a fiscalização. Segundo o sargento Paiva, a deficiência de pessoal para realizar essa tarefa atrapalha uma fiscalização mais intensa. “São Chico contava com uma Patrulha Rural que realizava a fiscalização diariamente no interior do município no combate ao abigeato, essa patrulha foi destituída há mais de um ano, sendo que o pessoal que realizava esse trabalho foi removido para a cidade, ficando o interior sem fiscalização”, ressaltou Paiva.
Para a direção do Sindicato Rural de São Chico, essa prática de crime sempre foi uma preocupação da entidade. Segundo Paulo Gioda, diretor executivo do sindicato, a entidade promove constantes palestras para orientar o produtor, distribuição de panfletos para que seja denunciado aos órgãos competentes a pratica desses crimes, divulgação em meios de comunicação para que a população não adquira carne sem procedência, que além de incentivar a prática deste ato é altamente perigoso para a saúde. “Sempre estamos alertando e informando que seja denunciado as autoridades a prática do crime. Orientamos os nossos produtores que investimentos de segurança e fiscalização devem ser feitos em suas propriedades rurais para evitar esse tipo de crime”. Completou Gioda.

 

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