sexta-feira , 19 agosto 2022

Bancários rejeitam proposta e decidem por greve

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Bancários rejeitam proposta e decidem por greve
No dia 05, foi realizada assembleia na sede do Sindicato dos Bancários, onde foi votada por unanimidade, realizar greve por tempo indeterminado. Dia 29 os banqueiros ofereceram 6,5%, o que não chega nem perto de uma inflação que vai fechar em 9,55%. Além da inflação a classe está pedindo mais 5% de reajuste real, fim das filas e manutenção dos empregos. Os Bancos lucraram muito e o desemprego bancário foi muito alto. A greve se dá no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banrisul, Bradesco, HSBC e Santander.

Desde terça-feira, 06, a categoria bancária está realizando mais uma greve nacional. O movimento foi aprovado pela maioria das assembleias realizadas na quinta-feira, 1º de setembro, que também é a data-base dos bancários. Os trabalhadores rejeitaram a proposta da Fenaban, apresentada ao Comando Nacional na quarta rodada de negociação, ocorrida no dia 29 de agosto. Na segunda-feira, dia 5, os sindicatos retomaram as assembleias no fim da tarde para organizar o primeiro dia de greve.
Os bancos ofereceram reajuste salarial de 6,5%, mais abono de R$ 3 mil. O reajuste proposto sequer está próximo da inflação acumulada no período, que foi de 9,55%. Além disso, as regras para a PLR continuariam as mesmas de 2015. O lucro dos cinco maiores bancos (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa) no primeiro semestre de 2016 chegou a R$ 29,7 bilhões.

Reivindicações dos Bancários

Os eixos centrais da campanha são: reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização. Além da defesa das empresas públicas e dos direitos da classe trabalhadora, ameaçados pelo governo Michel Temer.

 

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