segunda-feira , 26 outubro 2020

Doutora gaúcha é uma das mais jovens do Brasil

Natural de Jaguari, a Drª Fernanda Monteiro Rigue é filha de Anuir Rigue e Loreni Monteiro Rigue (in memorian) e irmã de Ana Paula Rigue Brum. A jovem de 26 anos é professora de Química, Mestra e Doutora em Educação. É mulher e pesquisadora.

Em entrevista ao jornal A Folha, Fernanda que sempre estudou em escolas públicas contou como foi o seu ingresso na universidade, “ingressei no Ensino Superior em 2011, no curso de Licenciatura em Química (Instituto Federal Farroupilha Campus São Vicente do Sul). Participei de uma série de atividades de pesquisa e extensão, desenvolvendo investigações e estudos voltados para o campo do ensino de Química. Antes de concluir a graduação, no ano de 2015, prestei seleção para o Mestrado em Educação no Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Maria, no qual fui aprovada. Como bolsista de Demanda Social da Capes, desenvolvi uma “Genealogia do Ensino de Química no Brasil”. Antes de concluir o Mestrado, prestei seleção para o Doutorado em Educação (2017), no qual obtive aprovação. Como bolsista de Demanda Social da Capes, desenvolvi uma “Genealogia da Formação Inicial de Professores de Química no Brasil”.

Fernanda destacou que sua trajetória foi e está sendo marcada por múltiplos encontros em educação, que segundo ela são encontros com colegas, amigos e professores, que lhe mostraram a potência do pensamento educacional. “Pessoas que me inspiraram a abraçar a pesquisa em educação e trilhar minha trajetória com perseverança. Encontros com autores e conceitos que me permitiram mobilizar pensamentos e horizontes de possibilidades – desenvolvendo perspectivas e algumas considerações no campo de atuação”, explica a jovem Doutora em Educação.

A pesquisadora relata que ao perceber-se concluindo o Doutorado em Educação, aos 26 anos, tráz para perto uma gratidão incomensurável: “Um reconhecimento por tudo que precisei enfrentar para chegar até aqui, bem como a compreensão de que é possível trilhar uma trajetória na pesquisa em instituições públicas”, ressalta.

Para finalizar, Fernanda diz que “no que tange as prospecções quanto à atuação profissional, toma relevo a intenção para atuação como docente formadora de professores/as, bem como atuação enquanto mobilizadora em capacitações docentes nos diferentes níveis e modalidades. Considero importante enfatizar que a possibilidade de acesso às instituições públicas de ensino foi propulsão significativa para que eu trilhasse esse percurso de formação. Acesso qualificado e que, de fato, me deu condições de possibilidade para me dedicar integralmente ao estudo e pesquisa em Educação”.

Fernanda é professora de Química, Mestra e Doutora em Educação
Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

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