terça-feira , 30 novembro 2021

Empresária é assassinada em Nova Esperança do Sul

Um crime brutal chocou e comoveu a comunidade de Nova Esperança do Sul no domingo passado, 21. Por volta das 14 horas, a empresária Inês Engroff Schmidt, de 52 anos, proprietária da Floricultura Mundo Vivo, foi encontrada morta em seu quarto. Quem encontrou a vítima foi o próprio filho de Inês, que morava com ela em sua residência, localizada na Rua Florindo Vencato, no Bairro Padre Abraão.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Guilherme Milani Antunes, a empresária apresentava ferimentos de faca no tórax e no pescoço. Pelo menos 12 golpes foram deferidos. Um tijolo também teria sido arremessado contra a cabeça da mulher. Segundo o que a Perícia constatou, a vítima possuía lesões típicas de quem entrou em uma luta corporal.

A principal linha trabalhada pela polícia até então era de crime passional, praticado pelo o ex-companheiro de Inês, o que se confirmou na tarde de segunda-feira (22), quando o marceneiro Jocelmar Antônio Pereira, 49 anos, se apresentou na Delegacia de Polícia Civil de Nova Esperança do Sul e confessou o crime. Pereira afirmou que teve uma crise de ciúmes depois de uma discussão com a vítima, o que motivou a ação.

Após se apresentar à polícia, o autor do crime foi liberado, já que não possuía antecedentes criminais e conta comresidência fixa. Outro ponto que fez com que Pereira fosse dispensado é o prazo de flagrante, que já havia expirado. Conforme o delegado Guilherme Milani Antunes, o pedido de prisão preventiva do homem foi encaminhado à Justiça.

Em depoimento ao delegado, Pereira contou que teve um relacionamento de cerca de 3 anos com a vítima e que estavam separados. Na noite de domingo, ele foi à casa da empresária, onde os dois teriam discutido. Pereira teria arremessado um tijolo contra Inês, que teria tentado se defender com um canivete. Neste momento, o ex-companheiro a atingiu com 12 golpes de faca.

Conforme o advogado José Rossano Santos, que acompanhou Pereira no depoimento ao delegado, seu cliente se diz arrependido: “Conversando com ele hoje, já se sente arrependido. Ele relatou tudo e diz que, por ciúme, perdeu o controle”.

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