segunda-feira , 18 dezembro 2017

Mãos que Ajudam

Projeto visa o amor ao próximo

O Serviço Social é uma profissão interventiva, que busca diminuir as disparidades sociais, sendo que o Assistente Social busca, dentro de sua atividade mudar esta realidade, através de pesquisas e análises, desenvolvendo e executando projetos que usem a defesa, a ampliação e garantia dos direitos dos mais vulneráveis e todas as pessoas ou instituições que necessitam desta intervenção, de maneira organizada e planejada. Baseando-se neste contexto foi dado início ao Projeto Mãos que Ajudam, um projeto que visa o próximo, desta forma foram realizadas visitas no Asilo Santa Isabel, analisado seu espaço e as necessidades das pessoas que vivem naquele local. A partir desta análise, percebeu-se a necessidade da aquisição de bancos, pois os existentes no local, já estavam antigos e não apresentavam conforto àquelas pessoas. Idealizado pela Assistente Social, GelciLimana Flores, o Projeto Mão que Ajudam foi em busca de pessoas, para que unidos conseguissem colocar em prática a troca dos bancos do asilo. Após uma conversa entre as amigas Gelci e Sandra Smaniotto, formou-se um grupo, com instituições religiosas e pessoas da comunidade de Capão do Cipó e Carovi, os quais não mediram esforços para concretizar o projeto. Com o envolvimento do grupo de amigos, através do Projeto Mãos que Ajudam, foram adquiridos 15 bancos em madeira, com acento feito de material especializado, com revestimento impermeável, esponja ortopédica, resistente ao derramamento de líquidos, os quais foram entregues no Asilo Santa Isabel na sexta-feira, 24. Na oportunidade foi realizada uma confraternização com todos os moradores do asilo e convidados. Teve frios, torta, refrigerante, muita música, o que animou a todos, é emocionante ver a alegria dos moradores do asilo com o carinho recebido, os bancos foram um presente antecipado de Natal, pois até o Papai Noel participou da confraternização. São atitudes como esta, do Projeto Mãos que Ajudam, que podem melhorar o mundo, é um gesto simples, de amor ao próximo, mas que se todos puderem fazer um pouquinho, já será o bastante para àqueles que muito pouco tem. De acordo com Gelci, este foi o primeiro de muitos projetos que irão se tornar realidade e agradece, juntamente com todo o grupo que de uma forma ou de outra contribuíram para a realização do mesmo. “Não iremos parar porque: “Não é no silêncio que homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão”, finalizou Gelci, parafraseando Paulo Freire.

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