quarta-feira , 20 outubro 2021

Novas cédulas do Pila Verde já estão circulando

A Secretaria de Meio Ambiente começou a distribuir as novas cédulas do projeto Pila Verde, ampliando o estímulo à educação ambiental e financeira. São cédulas de 1, 2, 5, 10 e 20 Pilas, com imagens de animais da fauna local como o João de Barro, o Quero-Quero, o lagarto de papo amarelo, o graxaim do campo e o gato do mato. E rostos de personalidades que muito fizeram pelas causas ambientais como Ênio Kinzel, Neri Gurski, Luis Cassol, Arlindo Disconzi e Armindo Bochi.

Cada cinco quilos de lixo orgânico podem ser trocados por Um Pila Verde. A troca acontece nas segundas, das 9h às 11h, na Associação do Alto da Boa Vista e das 14h às 16h, na Gaspar Dutra. Na terça, das 9h às 11h, na Associação da Vila Rica e na Feira da Vila Nova; Na quarta, das 9h às 11h, no bairro Lulu Genro. Na quinta, das 9h às 11h, na Secretaria de Meio Ambiente e na sexta, das 9h às 11h, no bairro São Jorge.

O Pila Verde tem valor de compra equiparado ao de R$ 1 nas Feiras do Produtor da Vila Nova, do Hortomercado e do Ginasião. Ou seja: a pessoa pode comprar alface, repolho, queijo, salame ou o que o feirante parceiro esteja vendendo. E o Pila Verde que cai na mão do feirante gira e serve para pagar as mudas de hortaliças ou o adubo orgânico que ele recebe em sua propriedade. Esse adubo é produzido com o lixo orgânico que a pessoa trocou pelo Pila Verde e é produzido na Usina de Triagem, com o uso de aceleradores químicos, transformando em adubo de qualidade.

Conforme Andriele, o lixo que deixa de ir para o aterro sanitário é a grande sacada do Pila Verde, pois diminui o impacto ambiental e resulta em economia para os cofres públicos. Em um ano, já foram distribuídas mais de 100 toneladas de adubo nas propriedades, usando o lixo que foi transformado em adubo. E a economia com o que deixou de ser transportado para o aterro já soma mais de R$ 40 mil neste um ano e meio do projeto.

Novas cédulas estão sendo circuladas estimulando a educação ambiental e financeira
Texto e foto: Márcio Brasil

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